Prefeitura intensifica limpeza em Campo de Santana, Caximba e Tatuquara, mas descarte irregular ainda preocupa
Chove, a água acumula no lixo e o mosquito da dengue encontra o ambiente ideal para se reproduzir. Esse ciclo vem sendo enfrentado na Regional Tatuquara, que engloba Campo de Santana, Caximba e Tatuquara. Somente neste ano, já foram recolhidos mais de 13 mil quilos de resíduos descartados irregularmente. Em 2025, o volume chegou a 30 toneladas.
As ações são integradas à Secretaria Municipal de Saúde, com mapeamento técnico das áreas críticas. A operação envolve dois caminhões, um servidor da Secretaria do Governo Municipal e equipes da Cavo Serviços, responsáveis pela coleta e destinação correta dos materiais.


Segundo o administrador da Regional Tatuquara, Marcelo Ferraz Cesar, a limpeza ocorre a cada 15 dias nos pontos mais problemáticos. “Os gestores já fazem o itinerário dos locais críticos, levam material informativo e orientam a população. Não deixa de ser um mutirão de combate à dengue”, afirma.
Mesmo assim, o descarte irregular continua. “Muitas vezes acaba de limpar, no dia seguinte jogam de novo. Isso nos entristece.”
Em uma das ações recentes, foram recolhidas seringas com agulhas descartadas em meio ao entulho, expondo moradores a risco de contaminação. A Prefeitura oferece coleta gratuita de entulhos, caliça e móveis velhos. O serviço pode ser solicitado pelo telefone 156 ou pelo site:
https://156.curitiba.pr.gov.br/
As vias com maior incidência de descarte irregular são: Rua São Pedro Prosdócimo, Rua Tereza de Freitas Tavares, Rua João Kloss, Rua Santa Rita de Cássia das Causas Impossíveis, Rua Ângelo Tozim, Rua Maria Conceição e Rua Adolpho Bertoldi.
Há três anos, o Tatuquara liderava os casos de dengue na cidade. Hoje ocupa a quinta ou sexta posição. “A gente dá nota 10 para o enfrentamento da dengue este ano”, diz Marcelo.
No dia 17 de fevereiro, durante o Carnaval, foi realizada grande ação de recolhimento de lixo e distribuição de panfletos informativos.
A regional prepara ainda o lançamento do projeto piloto Conexão Alimentar.
A iniciativa prevê a regulamentação do uso de áreas sob linhas de transmissão de energia que, há três anos, concentravam altos índices de dengue.
Nesses locais havia hortas irregulares e estruturas inadequadas, como caixas d’água expostas, que favoreciam o acúmulo de água parada e a proliferação do mosquito.
O trabalho continua. Mas sem mudança de comportamento, o problema também.
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