Motoristas que circulam pelo bairro Campo de Santana já precisam se adaptar às mudanças implantadas no trânsito da região.
Desde a manhã da última quarta-feira (18), duas ruas passaram a operar em sentido único de circulação, em uma medida adotada pela Prefeitura de Curitiba para melhorar a segurança no entorno de escolas e organizar o fluxo de veículos.
A Rua Antônio Bertoldi passou a ter sentido único da Rua Violeta Maria Darcanchy Espínola em direção à Rua Humberto Bertoldi. Já a Rua Pia Lazzari Bertoldi passou a operar em sentido único da Rua Humberto Bertoldi para a Rua Violeta Maria Darcanchy Espínola.
Segundo a Superintendência de Trânsito, da Secretaria Municipal de Defesa Social e Trânsito (SMDT), a alteração foi realizada a pedido da comunidade local e tem como objetivo aumentar a segurança no entorno da Escola de Ensino Fundamental Helena Kolody e do Colégio Estadual Nirlei Medeiros, além de contribuir para uma circulação mais organizada dos veículos na região.
A mudança deve beneficiar especialmente os estudantes que chegam às escolas a pé. Muitas crianças, adolescentes, pais e funcionários utilizam diariamente as calçadas e travessias da região, principalmente nos horários de entrada e saída das aulas.
Com o fluxo de veículos vindo de apenas uma direção em cada via, a tendência é que as travessias se tornem mais simples e previsíveis para os pedestres. Antes de atravessar a rua, passa a ser necessário observar apenas um sentido do trânsito, o que pode facilitar a percepção dos riscos, especialmente para as crianças.
Com o trânsito mais organizado, motoristas e pedestres passam a enxergar melhor uns aos outros, aumentando a segurança no local. A organização do tráfego também pode contribuir para a criação de áreas mais seguras para embarque, desembarque e espera de alunos próximos às unidades de ensino.
Durante a implantação das mudanças, agentes de trânsito estiveram no local orientando os motoristas.
De acordo com a Prefeitura, intervenções desse tipo são precedidas por estudos técnicos que avaliam o fluxo de veículos e pedestres, além dos impactos no tráfego. As análises utilizam informações obtidas por meio do monitoramento realizado pela Superintendência de Trânsito e também consideram solicitações registradas pela população por meio da Central 156 e do programa Fala Curitiba.




















